de Márcio Mesquita

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Arareto de Passividade


de Fábio Ricaro

Aqui da minha árvore, vejo a mata
E o que aos poucos me mata, é ver o rio morrer
O jabuti correr, lutar pra poder viver

Aqui de cima, eu fico em meu lugar
Ouvindo os gritos da floresta, pedindo pra parar
Preciso de outro apê, vou me mudar!

A culpa disso tudo, eu não sei
E essas coisas grandes que bóiam no rio,
Machas que pretejam tudo...
Não sei de onde vem...

O que fizemos ao homem?!
Que destóri meu lar
Escurece meu rio
E torna triste o luar

Elifaz Candido

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